segunda-feira, 28 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Samsung chega antes que a Apple ao segundo tablet

  • Divulgação
    Samsung apresenta tablet Galaxy Tab com tela de 10,1 polegadas; o portátil tem processador de dois núcleos (Nvidia Tegra 2) e câmera de 8 MP, que grava vídeos em alta definição
BARCELONA, Espanha, 14 de fevereiro (Reuters) - A Samsung lançou um segundo tablet no domingo, com tela maior e poder de processamento superior ao do Galaxy Tab original, visto como único rival verdadeiro do Apple iPad.

O tablet, que conta com dois processadores básicos a fim de atender melhor às necessidades de mídia, se baseia na mais recente plataforma Google Android, a Honeycomb, otimizada para tablets.O Galaxy Tab 10.1 deve servir como central multimídia para os adeptos dos videogames, livros eletrônicos e mídia social, com uma tela de 10,1 polegadas (25,7 centímetros), alto-falantes duplos com surround sound e um par de câmeras, frontal e traseira.
Será vendido pela Vodafone em mais de 20 países, antes que seja liberado para outras operadoras de telefonia móvel.
A Samsung, segunda maior fabricante mundial de celulares, atrás da Nokia, também lançou um novo celular inteligente de topo de linha, o ultrafino Galaxy S II, que priorizará redes sociais, leitura, jogos e música.
A gigante sul-coreana da eletrônica Samsung, cuja divisão de telecomunicações respondeu por cerca de metade do lucro da empresa no trimestre passado, vendeu cerca de 10 milhões de celulares inteligentes Galaxy S desde o lançamento do modelo, em junho de 2010, bem como dois milhões de tablets Galaxy.
Mas ainda tem muito terreno a recuperar diante da Apple, que vendeu sete milhões de iPads e 16,2 milhões de iPhones no último trimestre; no entanto, diante da Nokia, que acaba de anunciar uma parceria estratégica importante com a Microsoft , o grupo sul-coreano está avançando.
"Se eu fosse (o presidente-executivo) Stephen Elop, no comando da Nokia, estaria observando o avanço da Samsung e me sentindo extremamente nervoso," disse Ben Wood, principal analista do grupo de pesquisa de telecomunicações CCS Insight.
A Samsung também anunciou nova linha de serviços empresariais compatíveis com os dois novos aparelhos, para resolver algumas das preocupações de segurança que impediram os celulares Android de se tornarem desafiantes sérios do BlackBerry, produzido pela Research in Motion.


Carros Futuristicos




sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Kyocera Echo



Nintendo não faz smartphones, mas se fizesse, ele provavelmente seria assim. Este é oKyocera Echo, o primeiro smartphone Android com duas telas – ambas sensíveis ao toque.
As telas possuem 3,5 polegadas e resolução de 480×800 pixels, que podem ser combinadas para formar uma tela única de resolução 960×800 pixels. Ele usa um processador Snapdragon de 1GHz rodando o Android 2.2 - a versão antiga do sistema operacional se deve à grande customização que a Kyocera e a Sprint (operadora que venderá o celular nos EUA) tiveram que fazer para os aplicativos rodarem em duas telas.
Os sete aplicativos otimizados podem rodar um em cada tela ou um só abrangendo as duas telas. O celular ainda traz um gerenciador de aplicativos. Infelizmente, não é possível rodar simultaneamente dois aplicativos, colocando o app inutilizado em hibernação. Aplicativos third-party também não conseguem rodar em apenas uma das telas, mas ambas empresas anunciaram que os dois problemas serão corrigidos.
Sprint Kyocera não afirmaram nada sobre o tempo de duração da bateria, mas estimam que ele dure um dia com uso intensivo de ambas telas. Além disso, o celular acompanha uma bateria extra e um carregador para esta outra bateria, o que torna um pouco mais prática a vida do usuário. O Echo só traz uma câmera traseira de 5 megapixels, capaz de gravar vídeos de 720p, e só traz conexão 3G. Além disso, o smartphone já virá com dois jogos – um deles sendo The Sims 3.


Robô que muda de forma ajuda clientes on-line a 'provar' roupa


Robô que muda de forma ajuda clientes 



on-line a 'provar' roupa


Robô-manequim é usado como 'provador virtual' de lojas on-line.

'Fits.me' mostra como roupas ficariam em 2 mil formatos de corpo.


Robô que muda de forma ajuda clientes on-line a provar roupa (Foto: Reprodução/Wired)


Uma coletiva de imprensa realizada na Estônia revelou um robô-manequim criado para ajudar os consumidores a escolher o tamanho certo de roupas compradas on-line.
O provador de roupas virtual "Fits.me" usa o robô que muda de forma para mostrar aos clientes de lojas on-line como as roupas ficam em diferentes formatos de corpo.
Os cofundadores do site, Heikki Haldre e Paul Pällin, possuem oito robôs-manequins. Para cada item de roupa oferecida no site, eles fotografam 2 mil formatos diferentes.
“Nosso robô leva quatro minutos para produzir cada formato”, disse Haldre.
Os clientes precisam especificar as suas medidas, como altura, peso e tamanho do pescoço. Em poucos minutos, o robô é adaptado ao corpo do consumidor e mostra como a roupa ficaria nele.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Wi-Fi

Cresce o número de pessoas que utilizam o Wi-Fi do vizinho
Pesquisa aponta que 32% dos usuários acessam a internet alheia e 40% preferem dar a chave de casa do que revelar sua senha da rede sem fio

Uma pesquisa conduzida pela Wakefield Research, em conjunto com a Wi-Fi Alliance, divulgada no portal Cnet, concluiu que tem aumentado o número de pessoas que tentam usar as redes Wi-Fi de seus vizinhos.

O estudo conversou com 1.054 norte-americanos acima de 18 anos e, entre eles, 32% revelaram roubar a internet alheia, um aumento de 18% em relação a 2008.

A pesquisa ainda concluiu que as pessoas que mantêm suas redes protegidas são bem mais cautelosos na hora de compartilhar suas senhas. 40% desses internautas afirmaram que, para revelar suas senhas do Wi-Fi, é preciso mais confiança do que para fornecer sua chave de casa.

domingo, 6 de fevereiro de 2011


Pesquisadores criam mão robótica inspirada nas baratas



Controle da força para tarefas mais delicadas é o maior desafio para o desenvolvimento de mãos robóticas. Foto: US News/Reprodução
Controle da força para tarefas mais delicadas é o maior desafio para o desenvolvimento de mãos robóticas

Um novo tipo de garra robótica desenvolvida por pesquisadores de Harvard e Yale promete acabar com os problemas atuais no controle de força e velocidade, tendo como principal inspiração o modo como as baratas se movem em superfícies irregulares.
Um dos grandes problemas para o desenvolvimento de braços e mãos robóticas ainda se concentra no controle da força para tarefas mais delicadas, como segurar um ovo, por exemplo, ou mesmo pegar um objeto rapidamente, como uma bola de tênis.
Uma parceria entre Robert Howe, chefe do Laboratório de Biorobótica de Harvard, e Aaron Dollar, professor de engenharia de Yale, buscou uma forma diferente para desenvolver o braço mecânico. "As pessoas tentam desenvolver mãos robóticas há 20 ou 30 anos, mas raramente elas são capazes de realizar tarefas delicadas", disse Howe ao site US News.
A mão humana, por exemplo, compensa a relação entre sua própria habilidade e força usando o tato como feedback - sentir o objeto antes de pegá-lo realimenta o cérebro, que regula a pressão dos músculos. No caso da mão humana, deixamos os dedos relaxados e vamos aplicando pressão até que ela seja suficiente. A realimentação é feita pelo tato e, em casos extremos, pela dor.
As garras robóticas convencionais costumam representar este processo "sentindo" os objetos com uma série de sensores ao longo das garras e uma bateria de cálculos (todos rápidos o bastante para parecerem instantâneos). Tudo isso as torna mais caras e os processos mais complexos e lentos. O que Howe e Dollar fizeram agora foi tentar trabalhar com um novo desenho mecânico e não novos processos computacionais.
Para fazer isso, a inspiração veio das pernas das baratas. Em uma pesquisa iniciada há alguns anos, um pesquisador de Berkley, Robert Full, queria descobrir como o cérebro tão pequeno das baratas permite que ela mova as pernas para que se adapte a superfícies irregulares. Se o cérebro das baratas pode fazer isso, os cálculos podem ser rapidamente realizados por computadores.
Mas a descoberta foi surpreendente: na verdade, quem faz o cálculo não é o cérebro da barata, e sim as próprias pernas, que têm uma estrutura em camadas superpostas (como se fossem telhas de barro em um telhado) presas por uma espécie de mola. Isso faz com que as pernas automaticamente se ajustem à superfície, sem que o cérebro precise intervir. Trocando em miúdos, a barata consegue fazer isso sem "pensar".
Analisando a mecânica das pernas dos insetos, Full imaginou pernas robóticas que simulavam este tipo de locomoção. Com base nisso, Howe e Dollar adaptaram esta pesquisa para desenvolver um novo tipo de mão mecânica. A mão foi criada com dedos simples, apenas com duas juntas, uma série de cabos e sensores para identificar o contato com objetos. Tudo isso resultou em um aperto mais suave e preciso, se adaptando a diferentes tipos de objetos e superfícies. O processamento é local, independente em cada um dos "dedos", e não em um "cérebro" central.
Agora os pesquisadores esperam desenvolver ainda mais as pesquisas para adaptação da nova garra a próteses e robôs domésticos.